Palavras de um eterno louco, pela beleza inalcansável da vida. e pelo corpo que um dia será arrebatado para o lugar mais maravilhoso que existe.Quem sabe se sou eu ?? ..
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Arrebatamento
Diante do Rei da Gloria, daremos Gloria pois o nada ja acabou, o dia tao anciosamente esperado chegou e hoje estamos livre
sábado, 13 de novembro de 2010
Dia de Pranto

Como pode ser os meus dias como se fossem , dias de dor dias de pranto, dias de escuridão, quando me deparo com minha realidade infima , como pode eu um pobre e nada...homem...se ainda assim for.
Deparando-se com cada curva no meu caminho, meu coração aperta, minha garganta aperta, meu corpo se evolui pra um estado de eterna inconstancia, como compreender isso?
Vejo a felicidade de outros, gostria de te-la em mim, te-la em meus dias de inconstancia e mera perdiçaõ que são os meus dias de eterno amor não correspondido.
Quantas vezes já sonhei com algo que me levasse as nuvens , ou pudesse me fazer compreender o Deus, compreender em mim o caminho, e sentimentos que tenho em mim, caminhos de dor, mesmo com promessas de caminhos de paz e alegria.
A indiferença e o tempo é que mata tempo, a tempo, segundo por segundo, palavra por palavra, indiretas por indiretas.
Quando a lágrima cai posso ser chamado de irreverente e inerte no mundo social, mas só eu sei o quanto doi essa marca que não se localiza so no coração , mas que ja manchou a alma.
Não compreendo, pois quando contemplo o meu eu no espelho vejo não mais eu, mas aquilo que tomou conta de mim, aquilo que se aflora com a escuridão de cada dia, e a compreensão do nada que tenho.
Basta a cada dia o seu mal.
O choro pode durar uma noite mas a alegria vem pela manha.
Nem todas as vezes, pois quando abro os olhos está do mesmo jeito, só resta o sonho e a imaginação que nada muda, mas permanece,será esse o proposito?
Será eu o proposito, ou vai começar de novo, o nada que surge e revira-se dentro de mim, já basta tantas percas.
Dias de pranto, e alegria só por poucos momentos... porque depois volta tudo ao normal e ao imaginario irreal onde vivo, que nada mais é do que a minha propia realidade, que custo a aceitar.
domingo, 3 de outubro de 2010
Perdão e Culpa
Por vezes errei, e por vezes já pedi perdão a Deus, mas parece que em mim sempore há e sempre haverá essa historia que não tem fm.Por vezes procurei sair do abismo, tentando escalar montanhas, tentando por minhas própias forças conseguir vencer, só que hoje sinto que nada mudou. Gostaria de acreditar, aliás, acordar e ver que tudo mudou para nunca mais existir, a culpa que corroe, aos meus membros e sentimentos obscuros, que através dos anos de minha vida, vem me sondando, e me fazendo me afastar do caminho da perfeição.
Por vezes tentei amar AquEle que me ama, porém rejeitei tudo que Ele quiz me dar, fui mais além do que poderia ir, cheguei as poires lugares, que um humano pode alcançar, senti em meus propio corpo que todos sentiriam nojo, por mais que o mundo diga que é normal, eu creio que não....
Perdoe pois tudo que faço, é desagradavel, e nada consigo enxergar além da pobre allma, sendo destruida, por minhas propias escolhas, mas um dia Ele mesmo morreu em meu lugar, e hoje sinto em mim a Culpa, que não pode enxergar no horizonte, o perdão.
Minha alma anseia por inúmeras vezes por perdão, mas no outro dia parece que tudo vai ser o mesmo, nada além daquilo que foi ontem.
Tudo é escuridão, tudo é ontem, e o ontem é hoje.
Não me encontro no meio da escuridão. me encontro no meio absoluto do nada que desavanece a cada dia, que nasce, pois não posso ver além de minha culpa, culpa, somente minha culpa.
sábado, 2 de outubro de 2010
Òculos
Minha visão, é parcial, parcial pois vê além daquilo que poderia ver, enxergar coisas que não deveriam ser enxergadas, ao invés de lágrimas lavarem os meus olhos, hoje só vejo, as lágrimas que cai do céu, pois os meus óculos embaçados, sujo, cheio de marcas da vida....atrapalham minha nítida visão da beleza.
Me afasto gradativamente da visão celestial, com os meus óculos e minhas mãos, para a vida deve ser vantajoso perder, mais uma visão pueril e indósil, uma vida magérima, e pobre de vida ocular. Quem sabe eu possa me encontrar, e dizer que aquele eu era uma transversão sobrenatural do nada, que eu quiz que existe, e eu propia me prendia, dentro da existência que gostaria que não fosse minha.
Fico feliz por ela estar feliz. Apesar disso nada mudar, a visão, que foi vista.
Acho que esse tipo de visão, é uma visão prazeirosa. Me veio a mente agora, a desobstrução da escrita que um dia tive, pois ela rejeitou minhas palavras, e preferiu viver socialmente, antes de le-las e abrecia-las, escolhi a rejeição interna absoluta, escolhi limpar os meus oculos atraves de sua pele, que depois ela me imploraria, por submissão, eu somente queria limpar meus oculos, queria somente teu olhar.
Deixo passar muitas opotunidades, em uma delas tive a oportunidade de amar uma pessoa, que sempre me quiz, e não olhava para os meus propios defeitos, e outra vez que pensei estar sendo amado, mas so fui rejeitado por estar usando oculos.
Parece simples e inutil, porém é a definição dos oculos que é o interressante, pois é la no mais profundo silencio que posso encontrar, a certeza que um dia meus oculos serão limpos por uma pessoa, que usará uma veste branca, e irá que ansiou durante muito tempo, por esse momento, e eu só queria saber dos meus oculos, mas naquele momento, terei a certeza que serei eternamente feliz, na vida e na morte, pois repousarei e deixarei a absseção absoluta, por estar ansciosamente a espera da nada.
Somente quando eu parar de buscar a limpeza dos meus oculos, é que verei que ele nunca foi sujo, e que eu que estava diariamente querendo suja-lo, mas existia uma pessoa que sempre quis limpa-lo para que nunca mais eles voltassem a ser sujos.
Òculos, o interior de minha alma.
sábado, 25 de setembro de 2010
Hipocrisia

Como pode uma pessoa, fingir sentimentos e soluções que poderia levar, embora ao todo do mundo seria a série de acontecimentos que ocorrem, porém prefere se manter hipocritas, em absoluto e incorruptível, mas nada vaio trazer a felicidade se sua mascara de tão obscura sensibilidade, que vai levando durante a estrada da vida, que até ao nada podemos enxergar sua cara flacida e gorda, mórbida, criativa, única, esperança, unica esperança do nada que olhamos para o alto e nos deparamos com a criação dos céus, mas a hipocrisia reina entre os humando , para que tudo seja feito a vontade daquele que governa, ante de mais nada, com mão forte , e poder, quem sabe não podemos comparar com Hitler ou Mussolini, ou até com Lampião do nordeste brasileiro, com a poesia de Patativa do Assaré, até João Cabral de Melo Neto, ou quem sabe faz-se referência a mim, um anônimo e também hipocrita, sim , pois já que estou aqui nada posso fazer para desvincular-me da hipocrisia, nada feita de Luz.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Erudito

Sim pois com o mistério, que nos sobrevem recai sobre nós mesmo, a necessidade das palavras que não tem sentido algum em crescer e dar continuidade, para ser um só naquilo que não temos a coragem de aceitar.
Como as notas musicais, que foram tocadas por dedos, que antes nunca foram sequer tocados, hoje sentem a falta daquilo, que nunca mais irão poder tocar, sim nunca tocarão pois antes só se deixou tocar pelos sons que ela propia construiu, e pela garnde beleza, verá que o erudito nada tem de valor e sim só a verdade que ela deixou escapar.
Não ligue amor para essas palavras que não fazem sentido, pois gostaria de descrever somente o erudito e as mãos, só que em vão me inclino para corte que nunca existiu, e só por um mero desejo se vai, pra nunca mais voltar...
Dia Nublado

No dia nublado,
no céu falta
as estrelas que um dia
já raiaram.
Não como um simples nascer,
mas como um torpe,
crescer e florescer,
de um eterno parecer.
Os planos que um dia nós fizemos,
hoje se disolve junto com
o dia nublado que vai se desvanecendo, junto com
a felicidade de poder ver o ceu, ante
a estrada da vida.
Como uma ponte que não vemos
o fim,
choramos por o reino que esquecemos e nos desviamos,
sem perceber que está ponte nos levará
para a noite obscura, quente e nada úmida.
Procuramos luz na escuridão
querendo encontrar a visão que um dia nos faltou,
a única coisa que nos resta é comtemplar o di.a nublado.

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